segunda-feira, 14 de maio de 2012

A IMPORTÂNCIA DO CAPITAL HUMANO


            Com a evolução do mercado competitivo, a necessidade de inovar com diferenciadas estratégias se fez muito presente. Isto possibilitaria o sucesso de uma organização no mercado, visando não mais à capacidade máxima de produção alcançada, já que a chamada produtividade, ao longo de tempo foi sinônimo de emprego, se ganhava por produção. Esse período, onde surgiram os conceitos de administração, desenvolvida por Frederick Taylor com seus discursos sobre padrão de produção e execução que mais adiante foram aperfeiçoadas por Henry Ford (produção em massa), que ao longo do tempo fez com que a imagem do trabalhador fosse apagada em detrimento do que se produzia já se limitava a ficar horas fazendo o mesmo movimento operando maquinas. A evolução de tecnologias favoreceu esse trabalhador que passou a ser mão-de-obra que conduz instrumentos, máquinas, computadores ou botões que acionam robôs para desenvolverem montagens em grandes fábricas, como o de automóveis, por exemplo. No entanto, o que foi esquecido foi que essa mão-de-obra condutora é também um ser ativo e pensante, uma força motriz e que precisa de estímulos e motivação ara que realize uma produção efetiva, e obtenha satisfação, formando um ciclo, onde suas exigências se conciliem gradativamente a missão e a visão organizacional.
            Investir em capital humano é buscar uma melhor condição em desenvolver a base que sustenta a pirâmide organizacional, sem ela não existe sustentação, ou seja, o sucesso competitivo no mercado, onde se busca cada vez mais acredita e oferecer credibilidade às pessoas nelas envolvidas, o que faz com que os líderes passem a se preocupar e procurar novas práticas de gestão. Buscando reverter no clima da organização à importância destes colaboradores para organização. É valido ressaltar que toda empresa é a soma de seus colaboradores, que as pessoas nelas envolvidas cada qual com suas características são a alma da organização. Hoje muito das empresas já possuem um olhar mais cuidadoso para seu capital humano e tem a consciência que nada pode ser mais importante do que seus talentos internos e criar formas de desenvolvê-los, afinal, nenhum patrimônio deve ser maior do que o patrimônio humano, pois é ele que edifica a organização. São seus talentos, criatividade, motivação e comprometimento que fazem com que a empresa alcance seus objetivos.
            Este capital humano deve ser considerado isoladamente sobre cada indivíduo, com seus conhecimentos, valores e crenças que precisa ser avaliado e trabalhado. O que faz que lideres ou gestores atentem para essa área de suma importância dentro das organizações.
A gestão do capital humano é feita por meio de uma liderança humanitária, espiritualizada e que procura estabelecer um elo forte com as equipes de profissionais, buscando atender suas demandas, primando pela ética e assumindo os riscos da equipe com o objetivo único que é o crescimento organizacional.
            Portanto, o diferencial competitivo, nos dias de hoje, reside fortemente sobre a “Capacidade Organizacional” – pessoas, valores, cultura, de cada organização. É importante considerar que a cultura organizacional é a base, onde se apóia o clima organizacional o que impulsiona para a vantagem competitiva. Desta forma, podemos perceber que a valorização do capital humano e de fundamental importância para tornar uma organização competitiva, pois se as pessoas vão bem no seu ambiente de trabalho, certamente elas irão bem na estratégia mais “interessa” à organização, ou seja, produzir produtos e/ou serviços de excelência. Para tanto, é preciso que se considerem dois aspectos fundamentais nesse processo, quais sejam as culturas e os climas organizacionais.

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