terça-feira, 29 de maio de 2012

A SABEDORIA E A RECOMPENSA


Era uma vez... Um jornal líder de mercado de uma grande cidade.
Por volta das dezessete horas, o jornal do dia seguinte estava sendo impresso a todo vapor, quando a máquina principal parou. Imediatamente, foi chamada a equipe de manutenção. Mexeram, mexeram, e nada de conseguirem fazer a máquina funcionar. Já eram quase vinte horas, e o diretor, irritado, mandou chamar um engenheiro para resolver o problema, já que aqueles técnicos estavam trabalhando há três horas sem sucesso. O engenheiro chegou, mexeu, mexeu e remexeu, e nada da máquina funcionar. Desesperado, o diretor mandou chamar o engenheiro construtor da máquina, pois já era quase meia-noite e ela continuava parada. O mestre chegou, observou, observou, andou em volta da máquina, fez várias perguntas para os técnicos e para o engenheiro acerca do que haviam feito para solucionar o problema e, após alguns minutos, perguntou:
– Por favor, vocês têm aí uma chave de fenda?
– Aqui está, falou um dos técnicos, já entregando a ferramenta ao mestre.
O mestre, de forma profissional e sábia, foi até um dos parafusos da caixa central de comandos, deu nada mais que duas voltas apertando-o. Foi tiro e queda, a máquina entrou em funcionamento como num passe de mágica. Foi uma alegria geral. O diretor, então, chamou o mestre para a sua sala a fim de efetuar o pagamento pelo serviço prestado:
– Quanto é o seu serviço?
– Dez mil reais, disse o mestre prontamente.
– O quê? Deeeeeez miiiilllll reais, para apertar um parafusiiiiinho? Isto é um absurdo!... Você ficou looouco?
– Não, doutor, para apertar o parafuso eu cobrei um real. Os outros nove mil novecentos e noventa e nove reais são pelos trinta anos de estudos e experiências que eu gastei para saber qual parafuso apertar.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

NOTA DE FALECIMENTO




Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:
"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório.

Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:
- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso?
- Ainda bem que esse infeliz morreu!

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo...

Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo.

"SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença.

A vida muda, quando "você muda"


Luiz Fernando Veríssimo